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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Sebastião, meu amor pequenino

Gostava que pudesses imaginar o quanto a tia pipa ja te ama mesmo sem te conhecer.

Obrigada meu amor, por teres vindo para as nossas vidas!


Foste um despachado e não quiseste esperar pela Avó que vai agora a caminho de ti! Ja vais ser tu a recebe-la em Angola e nao ela a ti como tinha pensado... mas ia TAO FELIZ! És o 1º neto, o 1º sobrinho, o 1º principe encantado nesta familia de mulheres! 14º bisneto da Avó C.


Estamos todos, TÃO felizes, Sebastião!

A tia pipa queria ter embarcado hoje de manha, escondida na mala da Avó... ficou cá, mas com a certeza que mais de metade deste seu coração de tia embarcou...para sempre, naquele avião.

Nao consigo parar de olhar para as fotos que ja ca chegaram de ti, meu amor. És LINDO! És perfeito! És nosso!

Quero tanto cheirar-te, sentir-te, pegar-te, encher-te de beijos chatos de tia, disfrutar cada milimetro desse teu corpinho bébé, ouvir o teu choro pequenino mais do que pelo telefone, sentir o teu cabelo e pele macia, pegar-te ao colo horas a fio e sentir em cada dia como estás a crescer.


Hoje sou uma tia em cacos. Nao posso acreditar que falta tanto para te conhecer ( e quando te vou conhecer meu amor??) , que a vida ditou que fosse uma tia como nunca sonhei.. à distancia de um continente.

Mas acredita, Sebastiao. Um dia quando fores mais crescido, vou explicar-te como estou feliz por ser Tua Tia, e que este continente gigante que nos separa é muito pequenino comparado com todo o amor que te tenho, sempre!




Bem vindo, meu querido bébé pequenino!

Beijinhos mil milhões, desta Tia muito tonta que te ama infinitos,

Y


sábado, 24 de dezembro de 2011

acabadinho de chegar



veio de Angola, mandou a mana maior, para se juntar à colecção!



lindo lindo.... AMEI!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

make a wish........... realized!

a semana passada ainda houve tempo para realizar o desejo do nosso menino.


no dia dos seus 16 anos, entrámos pelo hospital de santa maria, equipadas de uma play station portable, muitos jogos, muito boa disposição e uma surpresa escondida... nao desconfiou de nada... até que...


de repente, entra-lhe pelo quarto a dentro o Nolito, com a sua t-shirt do benfica!


o nosso anjo transpirava surpresa e felicidade!


só viamos um sorriso gigante a sair daquela cama do hospital e um à-vontade que nos tinham dito não ter.


arrepiadas de tanta emoção, o desejo do nosso isnaba estava realizado!



por fim, e já habituado a ver-nos, pergunta "mas afinal quem são mesmo vocês?!"


e sem treinar, nem ensaiar saiu-nos em unissono "somos fadas madrinhas, realizamos desejos de meninos!"



e soube-me tão, mas tão bem encarnar aquela pele, por meia duzia de minutos!



Com tão pouco fizémos a felicidade da vida daquele menino, habituado a nao ter nada.....



rebento de orgulho e felicidade de me lembrar daqueles dentes branquinhos a sorrir desalmada e genuinamente!



*

terça-feira, 10 de maio de 2011

madrinha ao quadrado

Sonho e sorridente
Orgulho, olho lindo
Fascinante, fofa d'um raio
Inspiração, irresistivel
AFILHADA!

a sofia bébé acabou de me convidar para sua madrinha!
a filha da minha 1ªafilhada de casamento vai ser a minha 1ª afilhada de baptismo!




ESTOU para além das NUVENS!


a-f-i-l-h-a-d-a! eu tenho uma AFILHADA! daquelas a quem se dá presentes na Páscoa e conselhos sobre os namorados. E se ajuda a esconder segredos dos Pais, e se leva a passear e se trata como a uma filha!


eu sou uma abóbora-madrinha!


eu sou a tia-pipas-madrinha da sofia bébé!


EU!







*

quarta-feira, 13 de abril de 2011

nao aguento mais sem gritar...





EU VOU SER MADRINHA!!!

*

M-A-D-R-I-N-H-A do meu casal preferido!

*

Madrinha do casamento do ano!

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M-A-D-R-I-N-H-A
da N-O-I-V-A!
*


se fiquei louca de emoção com a noticia do casório... fiquei tresloucadamente feliz com a enormidade do convite!

Se há coisa que eu gosto é de ser testemunha de verdadeiras histórias de AMOR.
E esta é! Muito! Tudo!


nesta história tudo faz todo o sentido!

e eu sou, orgulhosamente, MADRINHA, de alma e coraçao!

+

(*abóbora madrinha* #4)
+
*

quarta-feira, 30 de março de 2011

Virgencita...plis



...que me entren los jeans y si no … que engorden mis amigas!

Virgencita…plis, ayudame a no romper la dieta!
Virgencita…plis, mantenme siempre bonita!


*

...

... mas tu existes! e só de te sentir o olhar, de saber que estás aqui, tudo passa, tudo perde o sentido e o mundo que desabe sozinho... eu tenho-te! mais nada nem mais ninguém importa.

o teu olhar sossega-me. a tua mão tranquiliza-me. a tua respiração acalma-me. tu estás comigo!

os meus olhos brilham nos teus! e isso basta-me. tanto. tudo.


*

domingo, 5 de dezembro de 2010

a Estrela mais brilhante do céu


a minha querida Avózinha Q. morreu na sexta feira, dia 03.Dez.2010, já passava das 17h.

Deixou-nos a menos de um mês de fazer 92 anos.

Descansou. Foi-se juntar aos seus pais, irmã e ao meu Avôzinho, de quem tinha tantas saudades.

Não há agora palavras para explicar o vazio que fica.

Que as saudades nunca sufoquem as muitas e maravilhosas recordações que nos deixa.


Nao vai chegar a embalar os meus meninos ao som da musica do chapeu preto como só Ela sabia cantar.

Esperou que a mana-maior regressasse do Japao e a pudesse encher de beijinhos.

Há menos de uma semana disse-lhe que descansasse que nós ficávamos bem. Cuidamos uns dos outros. Que a amamos todos muito mas que pode descansar. Assim foi. A minha Avozinha foi descansar.

Nós ficamos. Mais vazios. Sem o nosso grande pilar. Mas com enorme agradecimemto por tudo o que nos deu, sempre! Por quem somos!

Milhões de beijinhos, *minha-querida*.

Que agora descanses em Paz.

O nosso amor é sempre gigante e eterno.

Até ja**

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Lisboa está mais sózinha

sem ninguém para lhe fazer adeus, na rotunda do saldanha.
Morreu o Sr. Joao, o Senhor do Adeus, aos 80 anos e com uma colecção infindável de cumprimentos que distribuia por quem passava e levava para casa todas as noites, numa tentativa de combater a sua própria solidão...
Fazia parte da paisagem do Saldanha. fazia parte da rotina passar por ali e ser presenteada por um adeus e um sorriso. Agora acabou.
Lisboa ficou sem o Sr. Joao do Adeus.

Para quem não o conhece, é imperativo passar no Saldanha por volta das 23h e desfrutar de um momento que já faz parte da “nossa” cidade! Como é possível um simples gesto proporcionar um momento, apesar de um pouco “estranho”, agradável para quem passa... afinal se não fossem estas “pequenas” diferenças, a vida seria sempre igual... O homem que diz adeus.

É ele o homem que noite após noite acena aos carros que passam na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa. É por ele que tocam as buzinas, que se atiram beijos e sorrisos, que se gritam «boas noites!» e «adeus!», numa «onda de comunicação» que já dura há três anos e que nem se sabe explicar muito bem como começou. Numa cidade de estranhos em mundos fechados este é o seu «milagre». E é também o seu remédio. Há quem lhe chame o «senhor do adeus». Mas «senhor» é coisa que detesta que lhe chamem.

Aos 72 anos, João Manuel Serra tem a inocência de uma criança, o espírito de um jovem, mas o olhar nostálgico de um ancião que sente «ter aprendido com a vida tarde demais». A sua roupa clássica e a ondulação do cabelo grisalho disfarçada com gel, dão-lhe um ar meio aristocrático, que já faz
parte da paisagem do Saldanha. Todos o conhecem e quem trabalha nas redondezas sabe o seu percurso de cor.
«Chega por volta das onze, meia-noite... Começa pela zona do Monumental, vai descendo a rua até ao Marquês e depois sobe, parando sempre em pontos estratégicos. Nunca falha.». Arménio é chefe de mesa na marisqueira Maracanã e já lhe serviu alguns jantares. «É muito simpático. Quando passa aqui, acenamos-lhe pela janela. Só não sei: porque é que faz isto?».
João começa por dizer que não sabe bem, mas, a pouco e pouco, interrompendo sempre para acenar, vai desvendando o mistério. Tudo
começou há três anos e meio, depois da morte da mãe, com quem vivia. Precisava de se distrair, incomodava-o a ideia de estar sozinho em casa. Um dia, aconteceu. Já reparara que as pessoas o cumprimentavam sem razão, nos centros comerciais e, sem saber como nem porquê, surgiu o primeiro aceno na estrada. Depois veio outro e outro, e o caso virou fenómeno.

«No início era só rapaziada nova, mas depois contagiei todo o tipo de gente», explica sem esconder um certo orgulho.
Graças ao seu «milagre», já deu entrevistas para a televisão e para os jornais, apareceu em dois filmes e até num teledisco. «Sempre quis ser actor mas nunca me deixaram...». Ou nunca teve coragem de tentar.

Algumas dezenas de acenos mais tarde, já não é um João risonho e despreocupado, «com imensos amigos» com quem vai «ao teatro e ao cinema», que fala por detrás dos óculos de massa negra. Nos olhos cinzentos, estão duas lágrimas contidas. Pelo passado, pelo presente e por um futuro que não chega. Com um raciocínio de fazer inveja aos mais novos, o louco, o excêntrico, transforma-se lentamente num avô contador de histórias, que lê Agatha Christie para combater o medo ao andar de avião, que não tem telemóvel porque detesta máquinas e que não vê televisão.

João nasceu no seio de uma família nuito rica. Até aos dez anos, viveu num enorme palacete da Tomás Ribeiro, cobiçado mesmo pelo próprio Gulbenkian. «Que saudades tenho desse tempo... A casa estava sempre cheia de família e amigos...».

Mimado desde bebé, fez a instrução primária toda em casa, com um professor particular, pois no primeiro dia de aulas no Colégio Parisiense chorou tanto que os pais não tiveram coragem de o mandar de volta. «Fui criado numa redoma de vidro», confessa, explicando: «Naquela época era tudo muito diferente, havia muitos tabus.». Depois do divórcio dos seus progenitores, quando tinha 13 anos, João foi morar para o Restelo com o pai. Por ele, inscreveu-se em Direito, mas depressa desistiu, «era muito chato».

Depois de uma igualmente curta passagem pelo curso de Histórico-Filosóficas, o pai, «que não sabia que fazer» com ele, mandou-o para Londres com o irmão. «Foram três anos fantásticos.
Tinha um grupo de amigos fabuloso, com quem viajei imenso. Teria lá ficado, se não fosse tão agarrado à família...». Sem quase pôr os pés nas aulas, regressou a Portugal e, depois da morte do pai, pouco tempo depois, foi morar com a mãe, de quem não se separou até ao último dia da sua vida. «Viajámos muito os dois. Todos os anos íamos a Paris e Madrid. Conheço a Europa inteira, excepto a Grécia...».

E o olhar perde-se num momento só dele, como se pensasse alto. Quando a mãe morreu, «ficou desasado». E talvez por isso esteja todas as noites a «comunicar».

Admite que o que faz «não é muito normal», mas não passa sem isso. É o remédio que lhe permite disfarçar a solidão que o consome e o faz olhar para o passado com arrependimento, por não ter ousado viver a sua vida em vez da dos outros.

«Ás vezes penso que foi tudo inútil...»
No baú dos sonhos perdidos, jaz o curso que não tirou, o trabalho que nunca fez, os filhos que não teve e, pior, o grande amor que nunca conheceu. «Sinto-me só. Incompleto. Como se algo estivesse a falhar.».

E assim lacrimeja quando vê um casal idoso de mãos dadas, ou quando dois rapazes, que diz «reconhecer do subconsciente», param o jipe para tirar uma fotografia com ele.

«Encontramo-nos no céu», repete, aludindo ao que um diplomata ucraniano lhe disse uma vez.


O homem do lixo atira-lhe o derradeiro aceno da noite.


(in "Diário de Noticias" - "Histórias com gente lá dentro"- Lisboa 2003)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

made in japan

ando tãaaaao vaidosa com a minha agenda nova!


aliás, todo o kit japonês, by mana-maior, à prova desta chuva-que-me-faz-ter-espírito-natalicio

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

hoje

reli e morri de saudades.
chorei como no dia em que os deixei.
saudades das emoções, dos sentimentos, dos cheiros, do toque.
de os ter, de me sentir lá, com eles, para eles.
do som, da cumplicidade, do apoio de cá, de me sentir a realizar sonhos.
os deles, e os MEUS.

foi unico!
Quero voltar!

*

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

sábado

acordei cedinho, ainda estava escuro, o nevoeiro era tanto que nem se via o carro da frente! OBJECTIVO: vestir a camisola do BA!
Artilhada de mapas e indicações e depois de um telefonema milagroso à nat, lá cheguei direitinha ao tal LIDL desconhecido.

4h em pé depois, um gelo de cortar o nariz, muitos sacos vazios distribuidos com um retorno recheado, muitas histórias, muitos sorrisos, muita risota... 6 carrinhos cheios e segundo consta: 380kg de alimentos e 5 mil toneladas de sorrisos e coração quente!


Troca o turno e siga para o Bairro Alto:
ultimo dia do workshop Flower Power!

Mais 5 horas em pé, muitas novas técnicas, uma sócia-afilhada-amiga quase com gripe A, ideias de natal e ... às 20h saimos de lá com uma coroa para a porta e um centro de mesa natalícios, cada uma!


jantar em casa da mana maior e siga....


calcei os meus sapatinhos e acabámos a noite no chapitô a ver Circus KhaOom!

estoirada, gelada mas... de coração quente a rebentar!!
*




sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ontem ao serão

um chá
duas miudas
muitos biscoitos e bolinhos
uma alegre casinha gira gira gira cheia de cores
Loures em 15 minutos (assumo que aquela terra não é longe...)
um croqui perfeito para lá chegar, com esquerdas e direitas
um aparelho cómico que não ia deixar comer nem falar
muita muita muita coisa para contar e partilhar

vidas
sonhos
viagens
histórias
partilhas
capulanas
semelhanças
voluntariados
coincidências
mães (as nossas)
gargalhadas, de ir ás lágrimas
blá blá blá, conversa sem parar
blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá
[e ainda ficou tanto para contar!!!]

há pessoas que aparecem na nossa vida, sem se saber muito bem de onde mas que encaixam na perfeição e parece que sempre fizeram parte! Obrigada, miúda, soube tão bem!

[e a certeza, que no coração, lá no cantinho das amigas há sempre lotação para mais uma!]


*

quarta-feira, 12 de agosto de 2009